quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sad one




Porque estou aqui?
Mais uma vez num beco
Onde os ratos dormem
Não consigo levantar
Meus pés estão fracos
Ajude-me a acordar

Minha mente calma
Como as ruas da cidade
Não esqueço seu nome
Somente quando saio de min
Com aquela garrafa bem ali
Tao cheia como a vontade de viver

Talvez aqui eu possa esquecer
Que um dia meu amor existiu
E foi jogado como esta garrafa
Com amor e carinho em um canto
E seus pedaços lembrados
Por aquela que o consumiu.

5 comentários:

  1. Muito lindo seu poema. Fico muito feliz em poder ler e sentir tudo o que vc sente, afinal, dividimos um certo sentimento.

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  2. as vezes o amor nao deixa de existir , só que passamos tanto tempo sofrendo que esquecemos de tentar outra vez

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  3. Já me senti assim antes, inúmeras vezes num canto, imaginando se era tudo mesmo real, ou se era um sonho mau. O amor é realmente engraçado, até acho q seria ele o próprio coringa. Uma carta de duas caras. Alegra uns, destrói outros. Achei sua descrição fascinante sobre tal momento. Gostaria de poder te adc em alguma rede social, acho seus pensamente fascinantes. Para tal deixarei meu e-mail: moon.note@yahoo.com.br (Este é do meu orkut que é conectado ao blog.) abrs.

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  4. Incrível, parabéns!
    Muito tocante, a vida como aquela garrafa quase vazia....quem nunca se sentiu assim né?

    Abraços e bom domingo.

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  5. Killer, todos temos momentos de garrafas vazias, quando parecem esvairem as forças, porém não permita que também sua essência seja consumida. Mantenha a alma acesa como uma vela que permanece queimando no escuro e vazio da insensatez do mundo.
    Parabéns pela sensibilidade e bom gosto.

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